Um produto renovável e sustentável exige uma logística que se preocupa com o meio ambiente


Um produto renovável e sustentável exige uma logística que se preocupa com o meio ambiente

Na cadeia sucroenergética é crescente a exigência sobre os stakeholders quanto à sustentabilidade

É cada vez maior no mercado global a preocupação com os poluentes em vários setores da economia. O aprimoramento técnico e profissional, capacitação da mão de obra e investimento em tecnologia tem marcado a busca das companhias para alcançar a alta performance com sustentabilidade. 

Na indústria canavieira, que entrega para o mercado um combustível limpo e renovável, também segue essa vertente e tem-se acelerado muito os processos de adequação às normas ambientais, não apenas nas usinas, mas também prestadores de serviços e fabricantes de equipamentos para o setor. Dentro dessa cadeia produtiva, ainda muitas empresas estão vinculadas às certificações e manutenção de grandes contratos com multinacionais também certificadas, parcerias alicerçadas em normas ambientais, segurança e higiene das operações mandatórias para toda a cadeia produtiva.

O foco global na sustentabilidade é acima de tudo um dever do cidadão, e mesmo no ramo logístico, é possível reduzir o impacto da atividade no meio ambiente e praticar uma logística sustentável. 

Para a TE, operadora logística vinculada ao ALLGROUP Company, incorporar na visão estratégica da empresa a preocupação ambiental vai além de atender as regras e as normas dos mercados. “É uma questão de responsabilidade com a sociedade de hoje e do futuro, sem deixar de buscar resultados empresariais no presente”, diz Teresinha Ricci, técnica de segurança TE. A empresa tem se dedicado a capacitar seus profissionais dentro dos padrões mais modernos de qualidade, que incluem o meio ambiente como um dos pontos chaves. Esse processo de formação está de acordo com o SASSMAQ (Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade). Um sistema de avaliação de desempenho de diversas áreas das empresas na área de manuseio de produtos perigosos. A implantação desse sistema indica a busca da TE em estar totalmente capacitada a oferecer serviços logísticos com o máximo de profissionalismo e segurança. “A nossa equipe já incorporou a cultura da qualidade e da defesa do meio ambiente”, salienta Ricci.


NOVOS CAMINHOS

Toda a cadeia de empresas que compõem o setor sucroenergético está sintonizada com as normas do mercado internacional de etanol, que exige, cada vez mais, que o combustível seja produzido dentro dos mais rígidos padrões de responsabilidade ambiental e social.

O fator ambiental vem mostrando a necessidade de adaptação das empresas e consequentemente direciona novos caminhos na sua expansão. As empresas devem mudar seus paradigmas, mudando sua visão empresarial, objetivos, estratégias de investimentos e de marketing, tudo voltado para o aprimoramento do seu produto, adaptando-se à nova realidade do mercado global e corretamente ecológico. 

Assim como ocorre na TE, a produção sustentável e ambientalmente responsável é uma preocupação constante das empresas que atuam no setor sucroalcooleiro, buscando continuamente aprimorar seus processos e se adequar à essa cobrança global, social e ética.

PRIORIDADES

O mundo precisa de novas matrizes energéticas e de combustíveis renováveis. É mais do que um diferencial competitivo, e sim uma necessidade do planeta.Adotando políticas ambientalmente responsáveis, as empresas buscam o caminho da sustentabilidade. Para a TE, essa é uma prova de consciência e de visão estratégica de mercado.

“O aprimoramento contínuo dos serviços oferecidos tem de ser prioridade. Especialmente no segmento logístico, as empresas precisam investir em certificação, qualidade no atendimento, capacitação de mão de obra. Tudo isso é valor agregado ao serviço prestado e compromisso com a sustentabilidade do negócio.O nosso orgulho é acompanhar a evolução constante do setor e o reconhecimento do mercado nacional e internacional”, conclui Rosana Zumstein, diretora administrativa e financeira da TransEspecialista (TE).

 


Fonte: CanaOnline


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